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A sorte existe?

Trevo de quarto folhas

Para aqueles que jogam no Bicho com frequência essa pergunta parece um pouco óbvia. É claro que existe! Diria a maioria. Especialmente aqueles jogadores assíduos que nunca ganham nada, mas que estão ali, a cada dia fazendo suas apostas e vendo aquele sujeito que quase não joga mas sempre ganha algum trocado. Para todo mundo, menos para mim, mas a sorte existe sim!

O que é a sorte?

Veja algumas das definições de “sorte” presentes no dicionário:  “Tendência para circunstâncias majoritariamente positivas ou majoritariamente negativas; Tendência para acontecimentos positivos ou favoráveis; Série de desgraças ou desgostos.” (Aurélio).

Mas o grande ponto de discussão é se nossa vida é realmente liderada por esta “tendência” que, quando nos leva a acontecimentos positivos chamamos de sorte, ou quando nos leva a acontecimentos negativos, chamamos de azar.

Seria a sorte ou o azar os resposáveis pelas coisas boas e ruins que acontecem em nossas vidas?

Algumas pessoas com tendências ao pensamento puramente lógico diriam que não. Matemáticos, estatísticos ou simplesmente pessoas com mentalidades mais lógicas favoreceriam o entendimento de que tudo ao nosso redor obedece a leis simples de causa efeito, reação e ação.

Nesta lógica, a frase "cada um faz a sua própria sorte" faz bastante sentido e as sextas-feiras 13, gatos pretos, etc, são simplesmente superstições sem fundamento lógico.

Há muitos pontos de vista diferentes sobre o que é esse fenômeno que chamamos sorte. Obviamente não é algo que possa ser medido ou identificado com medidas conhecidas, e por isso a percepção da sorte tende a ser muito subjetiva.

Uma pessoa que herdou uma fortuna dos pais pode ser considerada “sortuda”, mas outros já diriam que isso não é sorte; os pais desta pessoa provavelmente trabalharam duro para acumular a riqueza e, por obra do acaso, ela foi nascer nesta família. Mas outros já diriam que ela tem sim muita sorte, mais sorte do que uma outra pessoa que tenha nascido em uma família pobre ou com outros problemas, por exemplo.

A verdade é que nossa percepção de sorte e azar tende a ser bem distorcida. Tendemos sempre a reconhecer a sorte dos outros, mas em se tratando de nós mesmos, é o azar ou a falta de sorte que prevalecem sobre nossas percepções.

Afinal, a sorte existe para quem acredita?

Se a sorte existe ou não é uma discussão filosófica que vai no caminho do “quem nasceu primeiro, o ovo ou a galinha” ou se há vida após a morte: a resposta está condicionada à percepção de cada um, suas crenças e à sua experiência.

Para os amantes das loterias, Jogo do Bicho, bingos, cassinos, e outros jogos que dependem da sorte, não há dúvidas de que, não somente a sorte existe, mas pode ser manipulada. Seja com um palpite, ou com a utilização de números que tenham algum sentido para o jogador ou jogando em alguma data especial.

Mesmo que alguns jogadores são fiéis utilizadores de técnicas estatísticas e matemáticas, no final, o que decidirá o resultado de um “jogo de azar” é o acaso.  

Dito isso, boa sorte em suas apostas!

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